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JOÃO ALMEIDA E SILVA,''HABITAR PORTUGAL 1974-2024: O DIFÍCIL MAPA DA DEMOCRACIA'' , in https://www.artecapital.net/arq_des, março 202

JOÃO ALMEIDA E SILVA,''HABITAR PORTUGAL 1974-2024: O DIFÍCIL MAPA DA DEMOCRACIA'' , in https://www.artecapital.net/arq_des, março 2026 ''A exposição Habitar Portugal 1974-2024 parte de uma dificuldade rara: mostrar cinquenta anos de arquitectura em democracia sem os comprimir numa narrativa simplificada. Condensar, em 100 edifícios projectados entre 1974 e 2024, um retrato legível da arquitectura portuguesa produzida no continente, nas ilhas e no estrangeiro é, à partida, uma operação arriscada. A curadoria de Alexandra Saraiva, Célia Gomes e Rui Leão — com a participação de Gonçalo Furtado na definição do primeiro período, centrado em grande medida no último quartel do século XX — não tenta disfarçar esse risco. Assume-o. E é justamente dessa recusa da síntese fácil que a mostra retira uma parte decisiva da sua força.''

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Abstract por Adriana Peixoto e Gonçalo Furtado, ao II encontro nacional da habitação

A questão habitacional: o periodo da crise no séc. XXI Abstract por Adriana Peixoto e Gonçalo Furtado, ao II encontro nacional da habitação Este encontro pretende “fazer um balanço crítico das políticas públicas e da produção científica no domínio da habitação em Portugal. Simultaneamente, pretende-se alargar o debate às respostas necessárias para enfrentar os desafios atuais, num contexto marcado por crescente pressão sobre o acesso à habitação.” Variados são os autores que identificam a habitação como um elemento basilar de proteção e construção do ser. Em portugal, a tipologia corresponde a 90% do edificado nacional1 (80% do solo urbanizado2); e M. C. Teixeira3, N. Portas4, N. Teotónio Pereira5 tornam possível definir cinco períodos na história da habitação moderna: a industrialização do séc. XIX, e o surgimento de formas de habitação precárias; a instauração da República (1910) e o reconhecimento incontornável do problema habitacional; o Estado Novo (1933-1974) as “casas económicas” e a promoção da propriedade; a transição democrática pós-74 e o investimento em habitação pública; e a adesão à CEE (1989) até à atualidade, destacando a crise do séc.XXI. Na presente comunicação temos por objetivo compreender o quinto período, desde a ótica da disciplina da arquitetura e com uma subdivisão em três subperíodos: 1989 à crise de 2008, à ligeira queda dos juros em 2015, á atual gentrificação e continua especulação. Para tal optaremos por usar uma metodologia híbrida, que pondera entre outros parametos, a análise estatística (INE, Eurostat) em que se destaca um decréscimo na construção de habitação: de 1.620.106 edifícios durante 2º e 3º período para 1.138.816 no 4º e 110.784 no 5º 6 Segundamente procura-se identificar a essência da crise contemporânea que assume novos indicadores de pobreza energética (36.1%)7 de sobreocupação (11.2%)8 e um aumento da população sem-abrigo (1017 beneficiários na AMI, em 2002 para 9403 pessoas sem teto em 2024 9) que redefinem o conceito de carência. Paralelamente iremos analisar a rede complexa de respostas arquitetónicas que podem ser concebidas como aluguéis, coabitação, créditos, utilizando representação gráfica de diagramas e análise crítica. (Neste conspecto, veja-se nosso anterior abstract submetido ao colóquio ijup) sendo que para o âmbito do presente encontro procederemos não só a um enquadramento geral similar, mas avançaremos já para o aprofundamento da análise no mais recente subperíodo pós-crise económica. Referencias 1 Instituto Nacional de Estatística [INE]. (2021). Censos 2021: Resultados Definitivos - Parque Habitacional. 2 Direção-Geral do Território [DGT]. (2022). Relatório do Estado do Ordenamento do Território (REOT). 3 Teixeira, M. C. (1992). Estratégias habitacionais em Portugal. Análise Social, 27(115), 65-89. 4 Portas, N. (Coord.). (2013). Habitação para o maior número: Os anos 1950-1980. Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana [IHRU]. 5 Pereira, N. T. (s.d.). Cem anos chegarão para acabar com os bairros de lata? Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura. 6 Instituto Nacional de Estatística [INE] & Laboratório Nacional de Engenharia Civil [LNEC]. (2024). O parque habitacional: Análise e evolução 2011-2021 (Estudo Estatístico). Lisboa. 7 Instituto Nacional de Estatística [INE]. (2025). ICOR2024 – Habitação: Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR) 2024 [Relatório Estatístico]. Lisboa: INE. 8 Eurostat. (2025). Estatísticas da habitação: Publicações interativas – Habitação 2025. Comissão europeia. Consultado em [26.02.2026]. 9 Instituto da Segurança Social [ISS]. (2024). Dados de monitorização da Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo (ENIPSSA). ISS, I.P

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IJUP 2026 , Architecture

IJUP PROGRAM May, 06th, 2026 - 08:30 > 10:30 PARALLEL ORAL SESSIONS I - A4 - Architecture I 10:30 > 11:00 Coffe Break 11:00 > 13:00 PARALLEL ORAL SESSIONS II A3 - Architecture II

rom com club, set list para apresentação a 29 de março de 2026

rom com club Ensaio Geral a 29 Março 2026 pelas 10h e apresentação pas 13h, no G I U C, na Rua de Coimbra 15, 3090-404, Portugal - set list - Intro - Saudação ao público por guitarrista, apresentando projecto de música improvisada e não covers, Agradecimento á organização peo convite, e anuncio da presente apresentação integrar 3 versões de faixas de compositores x, y, z 1a - versão do tema ''live to tell'' composto por x, com duração aproximada de 4 minutos + 1b - primeiro momento de improvisação, em ambiente caracterizado por rufares calmos, com integração de versão do ''first noell'' no meio, tudo com duração aproximada de 2 minutos 2a - versão do tema ''goldfinger'' composto por y, com duração aproximada de 4 minutos + 2b - segundo momento de improvisação, em ambiente caracterizao por acentuações em notas soltas e silêncios prolongados, com integração de versão de ''santa claus'' no meio, tudo com duração aproximada de 2 minutos 3a - versão do tema ''turn turn turn'' composto por z, com duração aproximada de 4 minutos + 3b - terceiro momento de improvisação, em ambiente caracterizado por feedbacks e ruídos, tudo com duração aproximada de 2 minutos