writings on architecture, design and cultural studies (incl. oporto school, portuguese architecture, critical project, drawings and photografphy, cedric price, gordon pask, and other stuff...)
12/28/20
12/17/20
A relação casa-cidade e a Escola no território
Notas motivadas pelo confinamento: A relação casa-cidade e a
Escola no território
A ultimas décadas do seculo XX (período contemporâneo),
ficaram marcada pela globalização e transitoriedade mobilidade, informação
instantânea, imagética, consumo de massas etc)
O confinamento de 2020, para lá das dimensões dramáticas da pandemia,
motiva reflexões Arquitectura e ensino.
1. 1. Sobre a relação casa/cidade
O confinamento recordou-nos a centralidade do corpo e da
qualidade do espaço que habitamos. Um corpo que, lugar de afectos e memórias,
vive em relação sensorial com o exterior. Um espaço, que vai da arquitectura à cidade,
projectando a nossa cultura (valores, crenças, habitos) e modelando formas de
viver, bem como especificidades individuais (necessidades, expectativas,
escolhas e sonhos).
Neste conspecto, releva que a origem da arquitectura remeta
ao “abrigo” (segurança a adversidades) e
mito da cabana, mas também á invenção do fogo/sociabilidade.
A casa foi símbolo de sedentarização e humanização.
Progressivamente constituiu-se como lugar existencialista da intimidade, privacidade,
família, lugar propiciador de sentido de
pertença e identidade. Mas também de expressão de sociedade e cultura de
cada momento.
No seculo XX, após uma história feita e monumentalidades excepcionais,
a problematização moderna centrou-se na habitação/cidade. No seculo XXI, para
lá de meras barreiras divisórias e qualidades espaciais (térmicas, acústicas,
luminicas etc), a casa continua a ser pedagogo na infância e depois projecção
do seu habitante. Hoje, ainda que telematicamente, tornou-se (re)liga-se á
esfera publica da cidade.
2. 2. A escola no território
12/6/20
PROVAS MIARQ _ FACULDADE DE ARQUITECTURA DA UNIVERSIDADE DO PORTO, 2020
Dezembro 2020
Ana Beatriz Sousa Azevedo
Memórias da Água e de um Lugar entre Goujoim e a Ribeira do Tedo:
Transformações na Quinta da Dona Moura
Júri Presidente: Prof. Doutor Gonçalo Miguel
Furtado Cardoso Lopes
Arguente: Doutora Teresa Sofia
Barbot Faria da Cunha Ferreira
Orientador: Prof.ª Doutora Carla
Alexandra Garrido de Oliveira (Co-orientação do Prof. Doutor Eliseu Manuel
Vieira Gonçalves)
Catarina Quinaz Palos da Fonseca
Cano A Catedral da Guarda. Contributos para a releitura da metamorfose
arquitetónica
Júri Presidente: Prof. Doutor
Gonçalo Miguel Furtado Cardoso Lopes
Arguente: Prof.ª Doutora Marta
Maria Peters Arriscado de Oliveira
Orientador: Prof.ª Doutora Carla
Alexandra Garrido de Oliveira (Co-orientação da Doutora Maria Sofia Teixeira
Gomes dos Santos)
Diana Parente Gonçalves
[Re]Pensar a Casa. Perceções e Sensorialidades do Espaço da Casa
Júri Presidente: Prof. Doutor
Helder Francisco Valente Casal Ribeiro
Arguente: Prof. Doutor Gonçalo Miguel Furtado Cardoso
Lopes
Orientador: Prof. Doutor Mário
João de Freitas Mesquita (Co-orientação da Prof.ª Doutora Cidália Maria Neves
Duarte)
Jéssica Fernandes Costa Diálogo
entre a arquitectura e a pedagogia. Reorganização espaço-funcional como
estratégia na procura de uma nova identidade para o espaço escolar
Júri Presidente: Prof. Doutor
Helder Francisco Valente Casal Ribeiro
Arguente: Prof. Doutor Gonçalo Miguel Furtado Cardoso
Lopes
Orientador: Prof. Doutor André
Miguel Guimarães dos Santos
Sérgio Silva Ribeiro Projetar um
Limite d’Água. Proposta para uma Fracção da Frente Ribeirinha de Viana do
Castelo Júri
Presidente: Prof. Doutor Gonçalo
Miguel Furtado Cardoso Lopes
Arguente: Prof. Doutor Adalberto
da Rocha Gonçalves Dias
Orientador: Prof. Doutor Joaquim
José Lopes Teixeira
12/1/20
Eduardo Lourenço
Faleceu Eduardo Lourenço. Um dos maiores ensaístas de e sobre Portugal. Autor, por exemplo , de "O labirinto da saudade", essa palavras tão difícil de traduzir. Hoje, era, o maior pensador português vivo. Curiosamente partiu no dia de aniversário da restauração da república, na madrugada de 1 de dezembro de 2020. De madrugada.
Learning from mistakes
I
am just reviewing a draft/paper for a magazine,
and
it recalls me of several past experiences. Including the supervision of master
thesis on the issue, or acting among juries at the University of Oporto or
Evora.
I
also recall me of Beira's disaster (Mozambique) and a text I wrote at the time.
It
is very important to acknowledge that many regions were affected by
natural disasters (earthquake, tsunami and so on); as well as that many
reconstruction process continued until today;
One
should pay attention to the phases of such reconstruction processes were structured.
Most of the times, they focus: firstly on merely “emergency shelters”;
secondly on “Temporary housing” and just finally on the “permanent housing”. By
other hand endeavours of architects and planners involved should be
highlighted. Remembering that just some of them are well-known architects, such
as S. Ban, T. Ito or S Fujimoto.
The
paper that I am reviewing have a coherent argument
I
and the author, both share the same opinion: The relevant question of how
can architects participate, as well as the emerged concepts influence the way
we think

























































