writings on architecture, design and cultural studies (incl. oporto school, portuguese architecture, critical project, drawings and photografphy, cedric price, gordon pask, and other stuff...)
4/12/24
4/11/24
CV para exposição "Europa, viagens para voltar a casa"
GONÇALO FURTADO - CV para exposição "Europa, viagens para voltar a casa"
Frequentou cursos breves na Escola Gallaecia em Vila Nova de Cerveira, Lusíada e CAPC, e no Institute for Advanced Studies in Architecture em Veneza, bem como o 1º ano da Escola de Tecnologias Artísticas de Coimbra.
Licenciatura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Mestre pea Universidade Poitécnica da Catalunha e Doutorado pela University College of London.
Destinguido com o o “Prémio Florêncio de Carvalho”, “Kybernetes Research Award”, “Outstading schollar contribution award”, bem como bolsas pela FCT e pela FLB. Seelcionado ara a short-list de concursos internacionais para director de escolas de arquitectura da Iowa University e da Clemson University.
Integrou o comissariado, comissão editorial ou científicas de eventos ou revistas como: “Unidade 5”, “Anuária 1 e 2”, “Arquitectura: prótese do corpo”, “Architecture and information society”, “Exhibit of sciences, teaching, practices and inovation”, sessão da “Multiple perceptions”, “Nada”, “Tracing Portugal”, “Contemporary architectural challenges”, “Cedric Price’s generator”, Gordon Pask on scinces and arts”, “Radical designist”, “Contemporary architectural challenge”, “Tributo a Fernando Lisboa”, “Pure print”
“Interacção 2010”, “Mnemosine, sessão “Systems research”/Nexus, Arq/a, BAc, “Environmental challenges”-EUGLOH, Workshop “Architecture for life”, “Sebentas d’arquitectura”, Colóquios “IJUP”,
Foi júri ou avaliador/reviewer do “ACSA” em Helsinquia, “Cobertura da Galeria de Paris”, “Léxico”, “BIIC”, “Intreação 2010”, “ECAADe-SIGradi”-Porto,UD 18, “Prémio Associação Porto Bristol”, “Comisssão equivalências”-FAUP, “Maiores que 23”, “Reingresso e mudança”, pré-seleção FAUP-”Archiprix”, “IJUP”-logotipo, "Design Complex geometries”, “EUGLOH: IIIrd ASRC”, “Transcontinentalidades”, “Auas abertas-Teoria 1”, Unit 19 e Unit 20 crits na Bartlett.
Concebeu ou co-dirigiu sessões no “Corpo enquadrado”/Fundação de Serralves, na “Multiple scales”-Experimenta Design, Workshop “Architecture 4 life”, “Espaço, escrita e pensamento”-FIMS, “Coimbra sketches”.
Foi Coordenador da Comissão de docentes do 2.º ano – FAUP, e é membro da Comissão Investigação Jovem da Universidade do Porto, e do “DFL” do Centro de Estudos em Arquitectura e Urbanismo-FAUP.
Leccionou disciplinas ou proferiu workshops ou aulas pontuais no MIArq e PDA da FAUP, DeMSSO-RUP, ESAD, FEUP, IADE, ETSAB, Eizava, PEI-Universidad Javeriana, Universidad Caxias do Sul, Universidad La Sallee, (In)dx-Lusíada.
Autor ou co-editor de livros ou catálogos como “Notes on the space of digital technique”, “Arquitectura: Prótese do corpo”, “O corpo no espaço da técnica digital”, “Architecture and information society”, “Marcos Cruz: Unpredictable flesh”, “Off fórum: Postindustrial global city and repressed marginal design discourses”, “Behind the pencil: Or the construction of the critical project”, “Interferências: Conformação implementação e futuro da cultura digital”, “Architecture: Body and machine”, “Generator and Beyond”, “Cedric Price’s generator and the Frazers’ collection”, Contemporary architectural challenges, “Gordon Pask on science and art”, Pask’s encounters: From childhood curiosity to the envisioning of an evolving environment: Exchanges between cybernetics and architecture”, “Mnemosine”, “A sobrevivência da cidade pós-industrial: Reds fluxos, bits e criatividade”, “América”, “Europa: Portugal: Coimbra (2011-2021)”, “Espacialização da arte e do artista: António Azenha”, “Escola do Porto: Notas dispersas”, “Napkins 2011-2021”, “Guardanapos (Napkins)”, “NapkinsII”, “África, natureza e pessoas”, “América, utopias e transitoriedade”, “Na arquitectura portuguesa e escola do Porto”, “Trajectos, pensamento em arquitectura”.
Foi autor ou co-autor de Projectos ou produções como: “Casa F. Brenha”, “Escultura urbana”, “Mobiliário P. Furtado”, “Stand Queima das fitas AFAUP”, “Mãe de água”, “Scafolding”, “Explode”, “Máquina de cena J. Providência”, “Galeria Baú”, “Bergas dark”, “Design “Espiga”, “Deriva urbana”, “Mobiliário Pandemia”, “Troféu Turismo e Casino”, “Clínica Veterinária”, “Kastigo dark”, “Stand Feira de Artesanato”, “Mobiliário P. Pessoa”, “Casa P. Pessoa”, “Fachada na Galeria do Casino”, “Quartyard”, “Cibercafé”, “Seguradora”, “Termo-vidro”, “Barco P. Pinho”, “Atelier P. Ruiz”, “Farmácia do Castelo”, “Casa A. Ruiz”, “Contra-corrente”, “Cápsula”, instaação “Urbanlab 2001”, “Favos”, “Furniture F”, “Clínica do sono”, propostas “CMIA-Coimbra/Guarda/Vila Real, “Loft D. Horak”, “Loft M. Brigham”, instalação “Tracing Portugal”, instalação “Off fórum”, “G’s Japan Net”, “Apartamento Oyaga e Jerez”, “Temporary Shelter”, Módulos “PP99”, estudos “Casa Teresa”/“J.Tropical”, “Misé”, “Brenha”/“Folharido”/”C.Neto”/”Costa de Lavos”, escutura “Ceci n´est pas” (com P. Fores), Coleco.
Realizou como autor ou co-autor Exposições individuais ou colectivas etc, como: na “Bienal de Artes das Caldas da Rainha”, na “500 anos Cristovão Colombo”, na “Casa do pessoal-UC”, na “Fimagem”, “Anuária 95”, na “Off-Mubi-UBI”, “Anuária 99”, “Deriva urbana (desenho)”, “Mute 1996-2000”-Galeria Extéril, na “Artistic creation Interctivities”, no Maus hábitos, na Metroom Gallery, na FAUP, na “Inéditos 2005” e “Proyectos expositivos de creación artística actual”, “Idea:Re”, na “Shelter”- Galeria dos Leões, na “Menemoisine, na
“Arte em segredo”, no Centro de artes e espetáculos de Sever do Vouga, na “Quem dá mais”, na E.S. Infanta Dona Maria, no “Redshoes”, na ESAC, no “Coimbra sketches”, na “Camponeza”, na “Book-hop: IV Artist book exhibition”, no “Grémio Operário de Coimbra”, na “Loja 0”, na América-Extéril, em Leilões AEFAUP, no Coola-Boola, no “Archallenge”, na APBC-TiErmelinda, na “Casadaesquina”, no Conservatório “Calouste Gulbenkian”, na “Galeria Note”.
3/27/24
Architectonics N35: Mind Land Society
Ricardo Martins, e Gonçalo Furtado, “A Relação entre Equipamento e Cidade”, in: José Muntañola Thornberg (ed.), Architectonics N35: Mind Land Society, Iniciativa Digital Politècnica. Oficina de Publicacions Acadèmiques Digitals de la UPC, Barcleona, 2024, p.53-88.
URIhttp://hdl.handle.net/2117/405000 DOI10.5821/ebook-9788410008373 ISBN9788410008373 (en línia)
9788410008366 (imprès)
3/19/24
Conto do dia de um pai
Dia do pai.
Desde pequena idade, sempre respondi ao meu filhote, que o avô que tinha o seu nome, tinha ido para uma estrela. Por vezes iamos á varanda admirar o céu estrelado. Por vezes iamos a uma curva junto ao mar, e outras ainda a um faról.
Em determinada altura, o filhote desejou ser astronauta. Adequirimos um fato da Nasa em Lisboa, e mandámos vir, desde o outro lado do Atlântico, o respectivo capacete para o seu aniversário.
Num fim de semana em que estivemos juntos, lamentavelmente, tive de alhear-me na avaliação da minha centena de alunos e apoiar colegas mais novos.
Para o fim de semana, acordámos actividades. Dvds e Xray que adquiriramos, de Hans Solo ao Blade runner. O Mindcraft e afins no seu tablet do abrigo em pedra, que me convencia erigir no Folharido. E colagens com os cofetis que no seu aniversário haviam ficado espalhados pela nossa casa.
Recordo que no desktop, ligado ao zoom, inrrompia ao longo do fim de semana o scrensafe do céu estrelado, de uma bonita galáxia. Revendo o meu telemovel, percebo que foi usado para a fotografar, e que tem mesmo um nome.
O filhote inspirou-se naquela galáxia, para a colagem com os cofetis mais especiais, os amarelo dourados. Deu-lhe, um nome parecido ao que figurava na galáxia do desktop em que trabalhava, e quandod finaizadod datou-o "7.2.2021".
Percebo que num papel, escreveu - "Saber quando é dia do pai". Revejo-o hoje, e é imensamente lindo.
Como infinito é o meu amor pelo filhote.
A relação entre a práctica fotográfica, arquitectónica e o desenvolvimento urbano
A comunicação pretende responder ao repto lançado pelo organizador desta exposição, Victor Neves: "pretende-se abordar a cidade moderna, numa perspectiva actual(nostálgica?) , mas tendo como enquadramento Lucien Hervé e Corbusier". Neste conspecto, o contributo da minha comunicação terá por titulo temático "A pretexto de Lucien Hervé: A relação entre a práctica fotográfica, arquitectónica e o desenvolvimento urbano".
A comunicação será estruturada em 2 momentos. Num primeiro momento, mais extenso, aborda-se especificamente a vida e obra de Lucién Hervé, lançando paralelamente ligações a um caleidoscópio de referências pessoais, quer internacionais (Henri Cartier-Bresson, Weegee, Diane Michaels, Robert Frank, Wim Wenders, etc) quer nacionais (Paulo Nozolino, Daniel Blaufunks, etc). Num segundo momento, estabelece-se uma breve reflexão em torno da práctica fotográfica (referenciada em pensadores como Maurice Joly, Vilém Flusser, Susan Sontag, Kristin Ross, etc) da Arquitectura; com especial enfâse na aparente oposição entre "anestesia"/"anestética" e "camuflagem", bem como da relação com o desenvolvimento urbano/metropolitano burguês, teorizados respectivamente por Neil Leach e Ignasi Solá Morales.
3/9/24
Abstracts for GIRAS _ by Gonçalo Furtado
BIO
Gonçalo Furtado é licenciado em Arquitectura pela Universidade do Porto, Mestre pela Universidad Politéecnica da Catalunha e doutorado pela University Collge of London. Autor ou coeditor de livros como: “Notes on the space of digital technique. (Mimesis, 2002); “…Unpredictable flesh” (Mimesis, 2004); “Off fórum: Postindustrial global city and repressed marginal design discourses”. (EA-PEI, 2004); “Behind the pencil: Or the construction of the critical project” (EA-PEI, 2005); “Interferências: Conformação implementação e futuro da cultura digital” (EA, 2005); “Architecure: Body and machine” (FAUP publicações, 2006); “Generator and Beyond” (Semear Palavras, 2008); “Cedric Price’s generator and the Frazers’ collection” (FAUP, 2008); “Gordon Pask on science and art” (FAUP, 2009); “Pask’s encounters: From childhood curiosity to the envisioning of an evolving environment: Exchanges between cybernetics and architecture“ (Echoarum, 2010); A sobrevivência da cidade pós-industrial: Reds fluxos, bits e criatividade” (CIAMh, 2021); “América” (APBC, 2022); “Ensaio sobre escalas infinitas” (Textiverso, 2023); “Escola do Porto: Notas dispersas” (Texto i verso, 2023); “Na arquitectura portuguesa e escola do Porto” (Texti verso, 2024); “Trajectos: Pensamento em arquitectura” (CIAMH, 2024)./
ABSTRACT 1
Escola do Porto, cidade, disciplina e ensino
A disciplina da arquitectura possui uma história coincidente com a do homem. A sua evidência, de providenciando abrigo ao homem, expressa-se materialmente nas nossas cidades e construções. E o seu significado, expressa-se nas várias visões de “Mundo” que foi providenciando ao homem para se posicionar. Já o ensino da arquitectura é objecto de uma história, que vais dos Ateliers de mestres, ás Escola de Belas Artes e destas á integração de faculdades num ensino universitário.
A presente apresentação foca especificamente o ensino da arquitectura na Escola do Porto, Portugal, num período pertencente ao século XX. A abordagem contempla o desenvolvimento urbano da cidade em que a escola se insere, a condição da disciplina da Arquitectura nacional, bem como a condição do ensino da arquitectura na predita escola no período em causa. São precisados cronologicamente, os principais marcos e protagonistas – desde planos urbanos surgidos a às construções mais significativas, de revistas a eventos da comunidade disciplinar, de momentos no ensino a sequência de factos marcantes nesse momento e para o futuro.
Em termos mais gerais, a apresentação em paper, pretende contribuir para o conhecimento na área em apreço, e em termos gerais para a cultura pedagogia arquitectónica./
ABSTRACT 2
Escalas infinitas
A presente apresentação, baseia-se no meu livro “Ensaio sobre escalas infinitas” (FURTADO, 2023) onde se concentram ideias desenvolvidas na primeira década do nosso século XX, em torno á apropriação pela Arquitectura das tecnologias e biotecnologias.
Como aí referi “Se alguma noção caracterizou a segunda metade do século transacto foi a de “transitoriedade”. Após a descrença na ideia moderna de progresso linear, a estrutura da pósmodernidade , favorável à ritualização de um pensamento não-linear, foi construído. A cultura pós-moderna avançou novos pensamentos híbridos a-hierárquicos, a economia produtiva agilizou-se para o contexto pós-industrial global, a ciência concebeu novas tecnologias para superar o abalo da lógica causa-efeito, etc. A cultura digital é particularmente marcada por este dinamismo. Tal resulta na consciência e inevitabilidade de conceptualização da “incerteza”, a qual continua a pautar a realidade contemporânea nas suas várias escalas.
Com base no referido, o presente texto visa avançar uma série de considerações sobre espaço e cultura, entendendo-as como mera cristalização provisória de ideias que vêm evoluindo desde 1999”.
Prevemos ainda, a titulo de enquadramento - mais do que focar programas, softwares ou afins concretos - tecer outras considerações, designadamente: “Notas sobre o espaço da técnica digital” (FURTADO, 2000) versando impactos TIC ao nível da cidade, construção e cidade; etc./
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